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Templo do perdão - Soneto número 1

Como um templo te contemplo
Como uma deusa olhos lindos
Cabelos soltos ao  vento, lembro
Daqueles momentos tão íntimos

Como uma seita te adoro
Como a um Deus pagão
Como eu te venero e choro
Como sofre o coração

Ponho minhas mãos no chão
Dobro os joelhos e me ponho
A orar implorando, mesmo pagão

Ponho as minhas mãos no chão
Dobro os joelhos me ponho
A rezar para me perdoar coração.

Thiago Guimarães

Templo do perdão  (Soneto 1)

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